
“Hello, I’ve waited here for you… Everlong..”
![tudo-por-sorrisos:
[…] Precisava de alguém para conversar, se abrir, alguém não fosse embora, alguém que pudesse confiar, mas não confiava inteiramente em ninguém. Algo sempre era guardado pra si. Sempre. Acho até, que era esse “algo” que a atrapalhava. Esse “algo” que se juntava aos outros e fazia a confusão. Sua mente era uma bagunça, mal podia pensar sem ser interrompida pelos seus problemas. Procurava soluções, métodos, qualquer coisa que pudesse ajudá-la. Vivia confusa, entre sentimentos, emoções, problemas e soluções. Não sabia nem identificar o que sentia, felicidade, tristeza, angústia.. Tinha mil motivos pra sorrir, outros mil pra chorar, e mais mil para ficar preocupada, fora a saudade e a impaciência que estavam sempre presentes. Perdeu tempo demais esperando o tempo passar, mas nada se resolveu. Viu muitas pessoas que entraram na sua vida e depois foram embora. Viu pessoas errando, quando precisavam acertar, e depois voltando para pedir desculpas. Palavras que a ganhavam, e atitudes que a afastavam cada vez mais. Era de bom coração, perdoava sempre que valesse a pena, mas não deixava que a fizessem de idiota. Era totalmente imperfeita, fazia tudo errado, mas não deixava que nada a derrubasse, e quando caia, não se permitia ficar no chão. Criava escudos, barreiras, tudo que a livrasse de qualquer sofrimento. E quando isso não funcionava, a vida ensinava a fortalecer-se, sempre da pior maneira, vivendo. Sonhava alto, sem medo de se machucar. Tinha feridas, por toda parte, mas essas nem mesmo o tempo, podia curar. No final ela só queria ter um pouco de paz, um pouco de “organização” na mente, e no coração. Mas isso, talvez, só o tempo fosse capaz de organizar.](http://25.media.tumblr.com/tumblr_m4lw9fAOcV1r5jrrjo1_500.jpg)
[…] Precisava de alguém para conversar, se abrir, alguém não fosse embora, alguém que pudesse confiar, mas não confiava inteiramente em ninguém. Algo sempre era guardado pra si. Sempre. Acho até, que era esse “algo” que a atrapalhava. Esse “algo” que se juntava aos outros e fazia a confusão. Sua mente era uma bagunça, mal podia pensar sem ser interrompida pelos seus problemas. Procurava soluções, métodos, qualquer coisa que pudesse ajudá-la. Vivia confusa, entre sentimentos, emoções, problemas e soluções. Não sabia nem identificar o que sentia, felicidade, tristeza, angústia.. Tinha mil motivos pra sorrir, outros mil pra chorar, e mais mil para ficar preocupada, fora a saudade e a impaciência que estavam sempre presentes. Perdeu tempo demais esperando o tempo passar, mas nada se resolveu. Viu muitas pessoas que entraram na sua vida e depois foram embora. Viu pessoas errando, quando precisavam acertar, e depois voltando para pedir desculpas. Palavras que a ganhavam, e atitudes que a afastavam cada vez mais. Era de bom coração, perdoava sempre que valesse a pena, mas não deixava que a fizessem de idiota. Era totalmente imperfeita, fazia tudo errado, mas não deixava que nada a derrubasse, e quando caia, não se permitia ficar no chão. Criava escudos, barreiras, tudo que a livrasse de qualquer sofrimento. E quando isso não funcionava, a vida ensinava a fortalecer-se, sempre da pior maneira, vivendo. Sonhava alto, sem medo de se machucar. Tinha feridas, por toda parte, mas essas nem mesmo o tempo, podia curar. No final ela só queria ter um pouco de paz, um pouco de “organização” na mente, e no coração. Mas isso, talvez, só o tempo fosse capaz de organizar.